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Fonte: www.itaucultural.org.br
Pintor, desenhista, escultor, gravador. Carlos Bernardo Bracher (Juiz de Fora MG 1940) é filho do compositor Waldemar Bracher e tem dois irmãos pintores. Começa a pintar na infância vasos e pratos na fábrica de louças de seu pai. É estudante da Faculdade de Química, quando começa a estudar pintura por conta própria. Freqüenta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, por volta de 1959. Entre 1965 e 1966, em Belo Horizonte, estuda composição e análise crítica com Fayga Ostrower e história da arte com Frederico Morais, na Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG. Aprende técnicas de mural e de mosaico com Inimá de Paula, na Escola Municipal de Belas Artes, e tem aulas com Orlandinho Seitas Fernandes sobre barroco mineiro. Em 1967 recebe o prêmio viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e vai à Europa estudar pintura, permanecendo principalmente em Paris e Lisboa, onde estuda a obra de Almada Negreiros e de Fernando Pessoa, além de expor em galerias locais. Percorre vários outros países europeus e visita os Estados Unidos. Em 1968, ganha o Prêmio Revelação do Ano, concedido pelo Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro. Quando retorna ao Brasil, em meados de 1970, fixa residência em Ouro Preto MG, iniciando uma fase de diversas exposições em capitais brasileiras. É premiado com o Hilton de Pintura, prêmio concedido a artistas que mais se destacam no Brasil nos anos 70, junto com Tomie Otake, Siron Franco e outros . Em 1989 é realizada a exposição itinerante Pintura Sempre, uma retrospectiva que percorre São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No ano seguinte, pinta 100 quadros em homenagem ao centenário da morte de Van Gogh e leva a exposição pelo Brasil e pelas cidades onde o pintor morou. São editados cinco livros sobre sua obra: Bracher, considerado o melhor de livro de arte de 1989; Homenagem a Van Gogh; Bracher - do Ouro ao Aço; Carlos Bracher : da Mineração da Alma e Carlos Bracher,além de vários vídeos sobre sua vida e obra.
NASCIMENTO
1940 - Juiz de Fora MG - 19 de dezembro
LOCAIS DE VIDA
1940 - Juiz de Fora MG
1967c. /1971c. - Europa, principalmente Paris (França) e Lisboa (Portugal)
1971 - Ouro Preto MG
VIDA FAMILIAR
Filho do compositor Waldemar Bracher
1968c. - Casa-se com a pintora Fani Maria Gomes, que adota o sobrenome Bracher
FORMAÇÃO
1957 - Juiz de Fora MG - Ingressa na Faculdade de Química
1959c. - Juiz de Fora MG - Freqüenta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras
1965 / 1966 - Belo Horizonte MG - Estuda composição e análise crítica com Fayga Ostrower e história da arte com Frederico Morais, na Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG. Aprende técnicas de pintura em mural e mosaico com Inimá de Paula, na Escola Municipal de Belas Artes e tem aulas com Orlandinho Seitas Fernandes sobre barroco mineiro
1967c. / 1969c. - Lisboa (Portugal) - Estuda a obra de Almada Negreiros e de Fernando Pessoa
VIAGENS
1961/1964 - Minas Gerais - Visita várias cidades históricas
1967 - Ganha o prêmio viagem ao exterior e vai à Europa estudar pintura, permanecendo principalmente em Lisboa e Paris
1968/1970c. - Europa e EUA - Permanece algum tempo em Paris e Lisboa onde estuda a obra de Almada Negreiros e Fernando Pessoa com os historiadores e críticos de arte José Augusto França e Rui Mário Rui. Depois percorre vários países europeus e visita os Estados Unidos
ATIVIDADES EM ARTES VISUAIS
1989 - Realiza a retrospectiva Pintura Sempre, comemorando 30 anos de trabalho
1990 /1992- Para comemorar o centenário da morte do pintor Van Gogh, resolve pintar uma série de 100 quadros intitulada Homenagem a Van Gogh, e os expõe em diversas galerias no Brasil e no exterior
HOMENAGENS / TÍTULOS / PRÊMIOS
1968 - Rio de Janeiro RJ - Ganha o prêmio Revelação do Ano pelo Jornal do Brasil
1987 - Belo Horizonte MG - É lançado o Suplemento Literário Carlos Bracher - A Epifania do Ser (Trinta Anos de Pintura), na Arte Galeria
1989 - s.l. - É editado pela Editora Métron, o livro Bracher, considerado o melhor livro de arte do ano pela APCA
ESCOLAS/MOVIMENTOS
Figurativo: Expressionismo, Fovismo
GÊNEROS/TENDÊNCIAS
Paisagem, Marinha, Natureza-Morta, Flores, Retrato, Auto-Retrato, Interior, Composição Figurativa
TEXTOS CRÍTICOS
"Todo mundo da área sabe que a moda atual é a da ´nova´ pintura. Isto é: ser de vanguarda, nesse instante, consiste em lidar de novo com telas, tintas a óleo, muitos gestos, muitas cores e muita declaração de amor a essa milenar atividade. Por antítese, há de existir ainda uma pintura ´velha´, a dos puramente acadêmicos. E é um prazer descobrir que também existe a pintura ´de sempre´, que não é antiga nem recente, e sim acima das contingências do momento. Esta é a pintura praticada pelos que poderíamos chamar de ´resistentes´. Artistas que acreditaram com força em seu talento e em sua linguagem e ousaram não se submeter aos modismos e pressões a seu redor. Um desses resistentes é certamente o mineiro Carlos Bracher. Desde que se entendeu por gente e por artista, ele se dedicou a uma pintura figurativa, de filiação expressionista, fundada em técnicas tradicionais que ele dominava com perfeição. (...) Suas cores são escuras e densas, mas, paradoxalmente, não são trágicas, sombrias. (...)"
Olívio Tavares de Araújo
in CARLOS Bracher: marinhas. Prefácio de António Carlos L. de Figueiredo. Apresentação de Olívio Tavares de Araújo. Belo Horizonte: Matiz Arte Galeria, 1987.
”Carlos Bracher faz parte de uma família de pintores que se inicia com Grunewald, Rembrandt, Goya, chegando a Van Gogh e aos expressionistas alemães do início desse século. Bracher pertence a essa família de artistas que fazem a catarse de seus demônios pessoais ao mesmo tempo que veiculam a catarse dos demônios de sua época. A pintura de Bracher é exorcista, e por seu intermédio extravasam emoções, individuais e coletivas. (Como dizia Pound, o artista possui as ‘antenas da espécie’). Poderia acrescentar que é, também uma pintura homeostática : garante a seu autor condições de equilíbrio psíquico e sobrevivência no universo. Embora muito bem camuflados, existem em Bracher conteúdos tensos, ansiosos, obsessivos”
Olívio Tavares de Araújo
ARAÚJO, Olívio Tavares de. In : Extraído do texto”Talento à flor da pele”. Jornal Hoje, Belo Horizonte, 4 de mai. de 1989
“Não há em Bracher esse compromisso de fidelidade à realidade objetiva, com suas relações de volume e espaço, de cor e sensação luminosa. Muito pelo contrário, os motivos que pinta são pretextos para a aventura pictórica(visionária?), para o mergulho num universo indeterminado de formas e luzes, de onde surgirá o quadro, a obra de arte, que é o mundo transfigurado. Bracher aprendeu essa magia. Não tem dela a teoria, não será capaz de aprendê—la analiticamente. Mas sabe-a com as mãos. E a produz, transformando a matéria impenetrável do mundo em pasta colorida e caligrafia poética. Em suma, numa linguagem criada pelo homem e que se chama pintura.
Ferreira Gullar
FERREIRA GULLAR. In: NUANCE GALERIA DE ARTE. catálogo. Belo Horizonte, 1995
“Encontrei-me com Minas Gerais através da pintura de Carlos Bracher. É o maior elogio que, de coração , lhe posso fazer”
Carlos Drummond de Andrade. 1979
DEPOIMENTOS
“. . . Eu tenho uma identificação estilística muito forte com Van Gogh. A pintura dele é muito caótica, desordenada. Eu sou um anti-Cézanne, por exemplo. Tenho paixão por Cézanne, mas nunca faria uma pintura como a dele. É a antítese de mim. Meu trabalho é mais mórbido, complexo, trágico. Meu pensamento é ilógico. Isso é da minha natureza. Na desordem eu me ligo a Van Gogh. E é na desordem que tenho que construir minha ordem”. . .
Carlos Bracher
BRACHER, Carlos. In : “Bracher supera fase Van Gogh”. Jornal Hoje em Dia, Belo Horizonte, 20 de ago. de 1992
“A possibilidade da paisagem. Este dramático e mágico exercício de compreendê-la. De enaltecê-la. Há muitos e muitos anos permanece este meu convívio com ela, como fonte e caminho do meu trabalho. Meus olhos a tem procurado e percebo como se torna infinito conquistá-la. Aind que minha paixão se volte para ela com todo o fervor, a paisagem se torna cada vez mais insondável e imensa. Este poder magnífico da terra, do solo onde pisa, do céu, do mar, de árvores e montanhas. É toda e a própria vida, este ar que respiramos, o sol, os verdes e aquele vigoroso crepúsculo que se põe, prenunciando a noite, gigantesco acontecimento, o da paisagem. . . ”
Carlos Bracher
BRACHER, Carlos. In : MAM / RJ. Destaques Hilton de Pintura : catálogo. Rio de Janeiro, 1980
OUTROS TEXTOS
Para Carlos Bracher
“A tua mão, pintor, e a fúria tua pincelando meu rosto,
a tua mão, pintor, e os olhos teus em fúria pincelando
morros e casas dentro do meu rosto,
a tua fúria, pintor, e eu em tuas mãos,
em teus morros, casas, portões e rosto
Eu nunca tinha visto, só nos livros e filmes
Um tal arrebatamento de artista :
Parecias um Quixote com lanças, pincéis e as pás
Dos teus moinhos movendo a tinta das noites
O alvoroço dos teus gestos iluminava a criação
no mês de agosto
Sim, numa tela de agosto nos revemos
pintando na conversa as cores da remota infância
Na moldura deste agosto agora nos expomos :
- há fúria e espanto na face do poeta e do
pintor ante o que somos “
Affonso Romano de Sant´Anna
SANT´ANNA, Affonso Romano de. In : ARS, ARTIS GALERIA. : catálogo. São Paulo, 1984” “””vida e obra e os grandes críticos nacionais escreveram sobre ela.
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| Exposições realizadas |
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1968 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Guignard
1968 - Juiz de Fora MG - Individual, no Museu Mariano Procópio
1968 - Juiz de Fora MG - Individual, na Galeria Celina
1968 - Goiânia GO - Individual, na Galeria Azul
1968 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Oca
1968 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Itália
1969 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Palácio Foz
1969 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Museu de Évora
1970 - Paris (França) - Individual, na Galerie Debret
1971 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Guignard
1971 - Juiz de Fora MG - Individual, na Galeria Celina
1972 - Brasília DF - Individual, na Galeria Mainline
1974 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1975 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria AMI
1975 - Brasília DF - Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1976 - Juiz de Fora MG - Individual, na Galeria Pró-Música
1977 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1977 - Roma (Itália) - Individual, na Galleria d´Arte del Brasil, Palazzo Pamphilli
1978 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria AMI
1978 - Milão (Itália) - Individual, na Galeria d´Arte Italo-Brasiliana
1978 - Ouro Preto MG - Individual, na Faculdade de Ouro Preto, FAOP
1978 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria AMI
1978 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1978 - Brasília DF - Individual, na Galeria Portal
1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1980 - Cataguases ? - Individual, na Gal-Art
1980 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1981 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria AMI
1982 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1982 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1982 - Curitiba PR - Individual, na Galeria Ida e Anita
1983 - Londrina PR - Individual, na Galeria ArteNossa
1983 - Chile - Individual, no Museu de Arte Contemporânea
1984 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ars Artis
1984 - Rio de Janeiro RJ -Individual, na Galeria Bonino
1985 - Salvador BA - Individual, na Galeria Época
1985 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1985 - Madri (Espanha) - Individual, na Galeria da Casa do Brasil
1985 - Haia (Holanda) - Individual, na Galeria da Embaixada Brasileira
1985 - Brasília DF - Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1985 - Roma (Itália) - Individual, no Palazzo Doria Pamphilli
1986 - Juiz de Fora MG - Individual, na Galeria da Baronesa
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1987 - Belo Horizonte MG - Marinhas, na Matiz Arte Galeria
1987 - Curitiba PR - Individual, na Simões de Assis Galeria de Arte
1989 - São Paulo SP - Individual, na Sadalla Galeria de Arte
1989 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1989 - Belo Horizonte MG - Caminhos da Liberdade, na Secretaria de Estado da Cultura
1989 - Curitiba PR - Carlos Bracher : Pintura Sempre - exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no MAC
1989 - Brasília DF - Carlos Bracher : Pintura Sempre - exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Teatro Nacional de Brasília
1989 - São Paulo SP - Carlos Bracher :Pintura Sempre - exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Masp
1989 - Belo Horizonte MG - Carlos Bracher :Pintura Sempre - exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Palácio das Artes
1989 - Ouro Preto MG - Carlos Bracher :Pintura Sempre - exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Museu da Inconfidência
1989 - Juiz de Fora MG - Carlos Bracher :Pintura Sempre - exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Espaço Cultural Bernardo Mascarenhas
1989 - Rio de Janeiro RJ - Carlos Bracher :Pintura Sempre - exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no MNBA
1990 - Belo Horizonte MG - Homenagem a Van Gogh, no Museu de Arte
1990 - São Paulo SP - Homenagem a Van Gogh, na Galeria Sadalla
1990 - Curitiba PR - Homenagem a Van Gogh, na Simões de Assis Galeria de Arte
1990 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Van Gogh, na Galeria Bonino
1990 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Van Gogh, na Dbieler
1992 - Sabará MG - Sabará dos Tempos, Do Ouro ao Aço, no Espaço Cultural Fundação Belgo-Mineira
1992 - Rotterdam (Holanda) - Homenagem a Van Gogh, no World Trade Center
1992 - Auvers-sur-oise (França) - Homenagem a Van Gogh, no Musée Daubigny
1992 - Londres (Inglaterra) - Homenagem a Van Gogh, na White Leys
1992 - Londres (Inglaterra) - Homenagem a Van Gogh, na Atrium Gallery
1992 - Pequim (China) - Homenagem a Van Gogh, no Palácio Imperial
1992 - Tóquio (Japão) - Homenagem a Van Gogh, na The United Nations University
1992 - Paris (França) - Homenagem a Van Gogh, na Galerie Debret
1993 - Bogotá - Homenaje a Van Gogh, no Museu de Arte Moderno
1995 - Belo Horizonte MG - Retratos, na Pace Galeria
1995 - Miami (Estados Unidos) - Individual
1995 - Salvador BA - Flores, na MCR Galeria de Arte
1996 - Porto Alegre RS - Mutações : Retratos de Bracher, na Galeria Tina Zappoli
1996 - Londres (Inglaterra) - Individual
1998 - São Paulo SP - Individual, no IEB/USP
1998 - Brasília DF - Individual, no Espaço Cultural Zumbi dos Palmares da Câmara dos Deputados
2001 - Belo Horizonte MG - Cinco Vezes Bracher, no Museu de Arte da Pampulha
EXPOSIÇÕES COLETIVAS
1957 - Juiz de Fora MG - Salão Municipal de Belas Artes
1959 - Juiz de Fora MG - Salão Municipal de Belas Artes - medalha de bronze
1959 - Rio de Janeiro RJ - 10º Salão Nacional de Belas Artes
1960 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão Nacional de Belas Artes - medalha de bronze em escultura
1963 - Rio de Janeiro RJ - 14º Salão Nacional de Belas Artes
1963 - Belo Horizonte MG - Coletiva, no Salão da Secretaria de Educação
1963 - Juiz de Fora MG - Salão Municipal de Belas Artes - medalha de prata
1965 - Juiz de Fora MG - Salão Municipal de Belas Artes - medalha de ouro
1965 - Belo Horizonte MG - Coletiva, no Salão da Secretaria de Educação
1967 - Belo Horizonte MG - Coletiva, no Salão da Secretaria de Educação
1967 - Juiz de Fora MG - Salão Municipal de Belas Artes - sala especial
1967 - Rio de Janeiro RJ - 18º Salão Nacional de Belas Artes - prêmio viagem ao exterior
1968 - Buenos Aires (Argentina) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1968 - Montevidéu (Uruguai) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1968 - Lima (Peru) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1969 - Lisboa (Portugal), Coletiva com Juarez Machado
1969 - Rio de Janeiro RJ - A Paisagem Contemporânea Brasileira, no Instituto Brasil-Estados Unidos, IBEU
1969 - São Paulo SP - 1ª Feira de Artes Plásticas, da Associação Internacional de Artes Plásticas, no Hilton Hotel
1970 - Paris (França) - Salon Saint Honoré - Matignon, na Galerie Transposition
1970 - Paris (França) - Coletiva, na Galerie Bernhein-Jeune
1971 - Rio de Janeiro RJ - 50 anos de Arte Brasileira, no MAM / RJ
1972 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Instituto Brasil-Estados Unidos, IBEU
1973 - São Paulo SP - Panorama Atual da Arte Brasileira, no MAM/SP
1973 - Belo Horizonte MG - Salão Global, no Museu de Arte
1974 - Belo Horizonte MG - Valores Permanentes das Artes em Minas, na Galeria AMI
1975 - Belo Horizonte MG - 10 Artistas Nacionais, na Galeria AMI
1976 - Belo Horizonte MG - 4º Salão Global, no Palácio das Artes - sala especial
1976 - Belo Horizonte MG - Salão Nello Nuno, no Palácio das Artes - sala especial
1976 - São Paulo SP - Panorama Atual da Arte Brasileira, no MAM/SP
1976 - Belo Horizonte MG - Artistas Mineiros, nas Faculdades da UFMG
1977 - Belo Horizonte MG - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Palácio das Artes
1977 - Belo Horizonte MG - A Paisagem Mineira, no Palácio das Artes
1977 - Juiz de Fora MG - exposição inaugural, na Capela Galeria de Artes
1979 - Belo Horizonte MG - Coletiva com Álvaro Apocalypse, na Galeria AMI
1980 - Brasília DF - Destaques Hilton de Pintura, na Fundação Cultural
1980 - Belo Horizonte MG - Destaques Hilton de Pintura, no Palácio das Artes
1980 - Rio de Janeiro RJ - Destaques Hilton de Pintura, no MAM/RJ
1980 - São Paulo SP - Destaques Hilton de Pintura, no MAM/SP
1981 - Juiz de Fora MG - Os Bracher, na Galeria Pró-Música
1981 - Belo Horizonte MG - Arte Mineira em Destaque, no Palácio das Artes
1981 - Belo Horizonte MG - 8º Salão Global, no Palácio das Artes - sala especial
1981 - São Paulo SP - Coletiva, no MAM/SP
1981 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, no MAM/RJ
1981 - Brasília DF - Coletiva, na Fundação Cultural de Brasília
1982 - Rio de Janeiro RJ - Primavera com Flores, no Cláudio Gil Studio de Arte
1983 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retrato na Pintura Brasileira, no Banerj
1983 - São Paulo SP - Panorama Atual da Arte Brasileira, no MAM/SP
1983 - Santiago do Chile (Chile) - Coletiva com Fani Bracher
1984 - Curitiba PR - Coletiva de inauguração - na Simões de Assis Galeria de Arte
1984 - Rio de Janeiro - Toma de Minas a Estrada, no Hotel Nacional
1984 - Belo Horizonte - exposição de inauguração, na Galeria CEMIG
1984 - Belo Horizonte MG - O Rosto do Herói, no Palácio das Artes
1984 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retrato, na Aliança Francesa
1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, na Petrobrás
1984 - Brasília DF - Pintura Brasileira Atuante, na Fundação Cultural
1985 - Rio de Janeiro RJ - O Retrato do Colecionador Gilberto Chateaubriand e os Auto-Retratos, no Banerj
1985 - Belo Horizonte MG - O Retrato do Colecionador Gilberto Chateaubriand e os Auto-Retratos, na Galeria CEMIG
1985 - Curitiba PR - Cor e Lirismo (Bracher, Marx e Fang), na Simões de Assis Galeria de Arte
1986 - Belo Horizonte MG - 18º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte - sala especial
1986 - Rio de Janeiro RJ - Pintura e Poesia, na Galeria do BNDES
1987 - Rio de Janeiro RJ - Entre dois Séculos (Coleção Gilberto Chateaubriand), no MAM/RJ
1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte : A Pintura, no SESC Pompéia
1987 - Curitiba PR - Artistas Contemporâneos, na Simões de Assis Galeria de Arte
1995 - Belo Horizonte MG - Coletiva, na Nuance Galeria de Arte
1995 - Fortaleza CE - 46º Salão de Abril
1995 - Minas Gerais - Minas, da Terra ao Homem, no 14º Congresso de Medicina Física e Reabilitação
1995 - São Paulo SP - 14ª Exposição de Artistas Contemporâneos da Sociarte
1995 - Minas Gerais - A Paisagem de Minas, na Galeria da Turminas
1995 - São Paulo SP - Brasil, Japão, Arte, na Fundação Mokiti Okada
1995 - Rio de Janeiro RJ - Paisagem mineira. Minas além das Gerais
1996 - Rio de Janeiro RJ - Duas Vezes Minas - Fani e Carlos Bracher, no Centro Cultural Banco do Brasil
1996 - Porto Alegre RS - Natureza Humana, na Galeria Tina Zappoli
1996 - Londres (Inglaterra) - Coletiva, na Cynthia Bourne Gallery
1999 - Curitiba PR - Destaques da Pintura Brasileira, na Simões de Assis Galeria de Arte
1999 - São Paulo SP - 6º Salão de Arte e Antiguidade de São Paulo, na Sociedade Hebraica
2000 - Brasília DF - Coletiva com Fani Bracher, na Sala de exposições do Espaço Cultural da Câmara dos Deputados
2001 - Belo Horizonte MG - Mostra dos Grandes Mestres da Pintura Nacional, na Galeria Michelângelo |
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