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Fonte: www.itaucultural.org.br
Marcos Coelho Benjamim (Nanuque MG 1952) aprende na infância a lidar com ferramentas e madeira, na molduraria paterna. Autodidata, inicia seus trabalhos como cartunista e artista gráfico em 1969, em Belo Horizonte. Em 1971, colabora com charges e ilustrações para jornais. É co-autor das revistas de humor e quadrinhos Meia Sola, Humor Daz, Uai, O Novo Humor do Pasquim e Antologia Brasileira do Humor. Em 1972, o pintor Manfredo de Souzanetto apresenta-o aos artistas Lotus Lobo e Décio Noviello, e ao colecionador Gilberto Chateaubriand, que adquire cerca de sessenta dos seus desenhos de humor. De 1972 a 1981, participa de salões de humor e de história em quadrinhos, no Brasil e no exterior, e recebe vários prêmios. Em 1976 realiza um de seus primeiros objetos escultóricos. No ano seguinte, recebe o grande prêmio no International Cartoon Exhibition, em Atenas, Grécia; volta para sua cidade natal e passa o ano fazendo brinquedos para seus filhos e reproduções de bichos com a utilização de materiais recicláveis e orgânicos. Em 1979, participa de uma viagem ao Vale do Jequitinhonha em companhia de artistas, poetas, músicos, pintores e cineastas. Na década de 80 dedica-se a produzir objetos e instalações, além de criar cartões de humor e ilustrações para Thomas de La Rue e para Editora Civilização. Em 1983, em Belo Horizonte, publica com Priscila Freire o livro de imagens poéticas Conversa de Corpo, pela Editora Minguilim. Em 1988, monta ateliê com Patrícia Leite, Humberto Guimarães e Isaura Pena, e faz cenografia para os espetáculos teatrais Uakti e Mulheres, doGrupo Corpo. Inicia então a fase dos objetos em grandes escalas e dimensões.
NASCIMENTO
1952 - Nanuque MG
LOCAIS DE VIDA
1969 - Belo Horizonte MG
FORMAÇÃO
1962 - Nanuque MG - Durante a infância aprende a lidar com ferramentas e madeira na molduraria e vidraçaria do seu pai
1969 - Belo Horizonte MG - Estuda no Colégio de Aplicação
1971 - Belo Horizonte MG - Autodidata, inicia trabalhos como cartunista e artista gráfico colaborando em jornais
ATIVIDADES EM ARTES VISUAIS
Pintor, escultor, cartunista, desenhista, artista gráfico, ilustrador, cenógrafo
1969 - Belo Horizonte MG - Realiza histórias em quadrinhos
1971 - Belo Horizonte MG - Co-autor das revistas de humor e quadrinhos Meia Sola, Humor Daz, Uai, O Novo Humor do Pasquim e Antologia Brasileira do Humor, além de colaborar em jornais
1972/1973 - Belo Horizonte MG - Manfredo de Souzanetto apresenta-o aos artistas Lotus Lobo, Décio Noviello e ao colecionador Gilberto Chateaubriand, que adquire cerca de sessenta dos seus desenhos de humor
1976 - Realiza um dos seus primeiros objetos escultóricos de madeira
1977 - Nanuque MG - Faz brinquedos e reproduções de bichos utilizando materiais recicláveis e orgânicos
1977 - Rio de Janeiro RJ - Publica contos em antologia de doze escritores no Histórias de um Novo Tempo, editado pelo Pasquim/Editora Codecri
1979 - Vale do Jequitinhonha MG - Participa de uma viagem de 25 dias em companhia de artistas, poetas, músicos, pintores e cineastas, entre eles Paulo Lender, Maria Helena Andrés, Gilberto de Abreu, Roberto Wagner e Ana Horta. Essa expedição acompanha eventos populares e manifestações artísticas da região. O aprendizado dessa viagem marca toda sua produção dos anos 80
1980 - Cria cartões de humor e ilustrações para Thomas de La Rue e a Editora Civilização
1983 - Diamantina MG - Leciona no 16º Festival de Inverno de Diamantina
1983 - Belo Horizonte MG - Publica, com Priscila Freire, o livro de imagens poéticas Conversa de Corpo, pela Editora Minguilim
1988 - Belo Horizonte MG - Monta ateliê com Patrícia Leite, Humberto Guimarães e Isaura Pena
1988 - Belo Horizonte MG - Faz cenografia para os espetáculos Uakti e Mulheres, doGrupo Corpo
HOMENAGENS/TÍTULOS/PRÊMIOS
1984 - Belo Horizonte MG - Lançamento do vídeo (coletivo) Colcha de Retalhos: A Estética do Precário, de Rogério Brandão
1990 - Belo Horizonte MG - Lançamento do vídeo Benjamim e Marco Túlio: Da Forma à Forma, Rogério Velloso
ESCOLAS/MOVIMENTOS
Figurativo: Realismo Mágico, Construtivo, Geometria Sensível
GÊNEROS/TENDÊNCIAS
Composição Figurativa, Figura, Interior, Objeto, Montagem de Madeira
TEXTOS CRÍTICOS
"Com trabalho aparecido na abertura dos anos 70, já se podem apontar duas maneiras principais no caminho que o mineiro Marcos Coelho Benjamim percorreu até aqui. A primeira, marcada pela constante do desenho, teve como mola propulsora um humor esfuziante e cáustico, tanto trombeta quanto metralhadora, investindo contra as armadilhas, as malandragens e as ridicularias do mundo de hoje, infestado de 'políticas'. O veículo que ele mais empregou, então, foi o proporcionado pela estrutura espacial e narrativa das histórias em quadrinhos. Delas tirou proveito, inclusive, de alguns personagens, como o Pato Donald, que se tornaram míticos no gênero. "
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Marcos Coelho Benjamim. In: ___Entre dois séculos:arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Prefácio Gilberto Chateaubriand; apresentação M. F. do Nascimento Brito. Rio de Janeiro: Jornal do Brasil, 1987. 454 p.
"(...) o artista estima particularmente o objeto gasto e abandonado. Aproveita-o e, ao fazê-lo, infunde-lhe vida novamente. Adiciona seu trabalho ao trabalho do artesão que um dia se ocupou em dar forma à matéria bruta com vistas a incorporá-la à ordem dos homens. Como os artesãos, Benjamim gosta do contato com durezas, com superfícies ásperas, com a qualidade discreta embora imensa que as texturas das coisas vai segredando às mãos. Ele sabe que a potência do olho esbarra na incapacidade de perceber que as coisas são moradas secretas que tanto podem abrigar o peso como a leveza, o calor como o frio; podem inspirar cuidado ou insinuar que atravessarão incólumes o fluxo do tempo. (...)
Escultura ou pintura, a força poética desses objetos de Marcos Benjamim que oscilam indecisos entre essas duas fronteiras se concentra no modo como ele faz a matéria despertar da sua letargia, no modo como ele a anima, fazendo-a, quer pela forma, quer pelo tratamento dado a sua superfície, que se refira ao corpo do espectador ao mesmo tempo em que renova seu imaginário. "
Agnaldo Farias
FARIAS, Agnaldo. Marcos Coelho Benjamim. In: BENJAMIM, Marcos Coelho. Marcos Coelho Benjamim. Texto Agnaldo Farias; tradução Heloisa Prieto. São Paulo: Galeria São Paulo, 1993. p. 10.
"Um pedaço tosco de madeira, ferramentas, mãos que trabalham febrilmente e uma carga poderosa de sonhos: esta a alquimia dos trabalhos de Marcos Benjamim.
Restaurando a tradição dos artífices e dos santeiros, Benjamim recupera o trabalho artesanal, dotando-o não apenas de contemporaneidade, senão também de intemporalidade. Seus objetos são simplesmente o que são e estão acima e além de conceitos de época, de estilos ou de escolas. Eles existem por existir somente e pela falta de compromisso maior. Aí talvez seu fascínio: estes objetos nasceram da necessidade, o 'fazer da ferramenta sugerindo o rumo do trabalho. . . '
Realmente extraordinário nos objetos de Benjamim é a adequação perfeita entre linguagem e forma, entre concepção e execução; é equilíbrio entre suas raízes populares e quase primitivas e o engenho, o apuro e a harmonia das soluções encontradas. (...)
Afeito à linguagem gráfica assim como à própria carpintaria, e extraindo de ambas raro prazer, Benjamim desenha, recorta, pinta, esculpe, e em tudo vai deixando a marca de sua visão e imprimindo as cores de sua paisagem interior.
Perpassa por todos esses trabalhos uma ironia fina de quem sabe que a vida não pode ser levada excessivamente a sério, de quem vê com humor os frágeis e complicados negócios dos homens. Essas figuras, ora grotescas, ora líricas, falam de nossa história.
Esses personagens somos nós próprios, com nossos sonhos, nossas lágrimas, nossos prazeres e nosso olhar tingido de horizonte. "
Affonso Henrique Tamm Renault
RENAULT, Affonso Henrique Tamm. Marcos Coelho Benjamim. In: BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 20. , 1989, São Paulo. Apresentação Alex Periscinoto; introdução Carlos von Schmidt, Stella Teixeira de Barros, Gabriel Borba, Casimiro Xavier de Mendonça, César Luís Pires de Mello, Maria Bonomi. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1989. v. 1, il. p&b.
"(...) Em sua permanente insistência em desmitificar a 'aura' da obra de arte, do objeto artístico, em sua negação constante da presença da teoria no fundamento de sua criação, está a raiz de sua autenticidade. Quando ele diz: eu não faço escultura, faço objetos, não, não faço objetos, faço coisas, na verdade ele deseja preservar seu fazer desvestido do esnobismo da unicidade, convencionalmente aceita, em torno da arte contemporânea, mesmo que precária como o é atualmente com materiais efêmeros, instalações ou meios eletrônicos. Ou deseja resguardar o fazer lúdico que pratica desde menino como um território desvinculado de regras comportamentais, mantendo-o como atividade-lazer, compulsiva, prazerosa. Como suas instalações de quintal, com elementos de instalações elétricas urbanas, ou com as dezenas de formas-moldes irregulares que transfigura ao serem mergulhadas plenas de água sobre a terra. Criação/brinquedo, a arte para Benjamim é invenção que lhe devolve uma gratificante alegria e sentido para a vida. "
Aracy Amaral
AMARAL, Aracy (Org. ). A pedra. In: BENJAMIM, Marcos Coelho. Marcos Coelho Benjamim. Colaboração Amilcar de Castro, Frederico Morais, Márcio Sampaio, Roberto Pontual; versão em inglês Izabel Murat Burbridge; apresentação Tito Enrique da Silva Neto. Belo Horizonte: C/Arte, 2000. p. 50.
"Trouxe do Jequitinhonha latas velhas, madeiras carcomidas, com restos de camadas de tintas e vernizes, pregos, rachaduras, a miséria colada no material, mas, também, esta beleza que a corrosão do tempo cria. Ao retrabalhar esse material, aproveitando o que sobrou neles da intervenção do homem, agregando incisões, um desenho, um corte ou recorte, Benjamim realiza a verdadeira 'arte povera' brasileira, assume nossa miséria, dá sua versão da 'estética da fome' de Glauber Rocha. Esse lixo recolhido em Jequitinhonha foi seu relato de viagem, dramático, poético, que os cariocas puderam ver no Salão Nacional de Artes Plásticas de 1980, no qual recebeu o prêmio viagem ao exterior. "
Frederico Morais
MORAIS, Frederico. A casa do fazer de Marcos Benjamim. In: AMARAL, Aracy (Org. ). Marcos Coelho Benjamim. Colaboração Amilcar de Castro, Frederico Morais, Márcio Sampaio, Roberto Pontual; versão em inglês Izabel Murat Burbridge; apresentação Tito Enrique da Silva Neto. Belo Horizonte: C/Arte, 2000. p. 112.
DEPOIMENTOS
"Um artista não dá solução
ao mundo
ele apenas o olha.
Olha e olha.
O artista é o Voyeur do mundo. "
Marcos Coelho Benjamim
Benjamim, Marcos. Marcos Benjamim: Desenhos, Pinturas e Objetos. Sala Corpo de Exposições. São Paulo, 1 de abril de 1986.
OUTROS TEXTOS
"Marcos Coelho Benjamim
é um arqueólogo.
E cava
e corta
e crava a cor.
Estampa tábua velha em música.
Descobre arames torcidos:
letras-sinais de novos caminhos.
Cortinas-objetos desdobram-se das portas
captando a luz da magia.
Ripas cortadas
chanfradas em som de clarineta
são organizadas em janelas.
Janelas que se abrem para o primeiro dia.
Inventor multifacetando o espaço,
sulca o rastro quente
dos primeiros passos,
vigilantes nas estantes do tempo
Mostrando o horizonte que nasce.
Sabedoria surda.
teia de tempo vivo.
Trama de silêncio alto:
De onde e para onde?
Sabedoria do amanhecer. "
Poema de Amilcar de Castro
CASTRO, Amilcar. Marcos Coelho Benjamim. In: AMARAL, Aracy (Org. ). Marcos Coelho Benjamim. Colaboração Amilcar de Castro, Frederico Morais, Márcio Sampaio, Roberto Pontual; versão em inglês Izabel Murat Burbridge; apresentação Tito Enrique da Silva Neto. Belo Horizonte : C/Arte, 2000. p. 9.
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| Exposições realizadas |
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1976 - Ouro Preto MG - Individual, na Fundação de Arte de Ouro Preto
1981 - Nanuque MG - Saudade 40 Graus
1981 - Belo Horizonte MG - Signo Plural, na Galeria de Arte Editora Vega
1982 - Curitiba PR - Individual, na Sala Miguel Bakun
1983 - Belo Horizonte MG - A Casa do Fazer, na Galeria IAB
1984 - Belo Horizonte MG - Cenário para a Crucificação do Branco, no Itaú Cultural
1985 - Vitória ES - Marcos Coelho Benjamim: desenhos, pinturas e esculturas, na Galeria de Arte e Pesquisa da Ufes
1986 - Belo Horizonte MG - Marcos Benjamim: pinturas e objetos (1986: Belo Horizonte, MG), na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico
1986 - Belo Horizonte MG - Marcos Coelho Benjamim: objetos, na Sala Corpo de Exposições
1987 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Manoel Macedo
1989 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Anna Maria Niemeyer
1990 - Goiânia GO - Benjamim: obras recentes, na Galeria Marina Potrich
1990 - Amsterdã (Holanda) - Individual, na Pulitzer Art Gallery
1991 - Assunção (Paraguai) - Individual, no Centro de Estudos Brasileiros
1993 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1993 - Belo Horizonte MG - Individual, no Fernando Pedro Escritório de Arte
1993 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial
1994 - Flórida (Estados Unidos) - Individual, na Ambrosino Gallery
1994 - Albuquerque (Estados Unidos) - Individual, na Kathleem Shields Gallery
1996 - Nova Lima MG - Individual - instalação, no Centro Cultural Jambeiro
1997 - Freiburg (Alemanha) - Individual, na Galerie Ruta Correa
1997 - São Paulo SP - Individual, na Marília Razuk Galeria de Arte
1998 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1999 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
2000 - Recife PE - Marcos Coelho Benjamim: objetos, no Observatório Cultural Malakoff
EXPOSIÇÕES COLETIVAS
1971 - Belo Horizonte MG - 3º Salão do Artista Plástico Mineiro, na Fundação Palácio das Artes
1972 - Curitiba PR - 29º Salão Paranaense, na Fundação Teatro Guaíra
1972 - Belo Horizonte MG - 4º Salão Nacional de Arte Contemporânea, no MAP - prêmio aquisição
1972 - Belo Horizonte MG - Histórias em Quadrinhos e Comunicação de Massas, no MAP
1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1973 - Belo Horizonte MG - 1º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes - prêmio aquisição
1973 - São Paulo SP - 1º Salão Mackenzie de Humor e Histórias em Quadrinhos - grande prêmio
1974 - Belo Horizonte MG - 2º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes - prêmio viagem ao México
1975 - Piracicaba SP - 2º Salão Internacional de Humor de Piracicaba
1975 - Belo Horizonte MG - 7º Salão Nacional de Arte Contemporânea, no MAP - prêmio aquisição
1975 - Berlim (Alemanha) - International Cartoon Exhibition
1976 - Piracicaba SP - 3º Salão Internacional de Humor de Piracicaba - 3º prêmio
1976 - Belo Horizonte MG - 4º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes - prêmio aquisição
1976 - Atenas (Grécia) - International Cartoon Exhibition
1976 - Santos SP - Salão de Arte Jovem
1977 - Piracicaba SP - 4º Salão Internacional de Humor de Piracicaba - prêmio aquisição
1977 - Belo Horizonte MG - Coleção Gilberto Chateaubriand, na Fundação Palácio das Artes
1977 - Atenas (Grécia) - International Cartoon Exhibition - grande prêmio
1977 - São Paulo SP - 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1978 - Belo Horizonte MG - 2º Salão do Futebol
1980 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Nacional de Arte, na Funarte - prêmio viagem ao exterior
1980 - Belo Horizonte MG, Brasília DF, Curitiba PR, Porto Alegre RS, Recife PE, Salvador BA e São Paulo SP - Artistas Premiados no 3º Salão Nacional de Artes Plásticas - Íris, na Fundação Palácio das Artes, na Galeria Oswaldo Goeldi, no Teatro Guaíra, no Margs, na Galeria Massangana, no Solar do Unhão e no Masp
1980 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA
1980 - Curitiba PR - Salão Paranaense, na Fundação Teatro Guaíra
1981 - Belo Horizonte MG - 4º Salão de Arte do Conselho de Cultura, na Fundação Palácio das Artes - prêmio aquisição
1981 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Funarte
1981 - Belo Horizonte MG e São Paulo SP - 8º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes e no Masp
1981 - Brasília DF - Seis Artistas Jovens, na Galeria A
1981 - Belo Horizonte MG - Seis Artistas Jovens, no MAP
1982 - Belo Horizonte MG - 2º Salão do Futebol
1982 - Curitiba PR - 39º Salão Paranaense, na Fundação Teatro Guaíra
1982 - Belo Horizonte MG - Iluminações, na Fundação Palácio das Artes
1982 - Brasília DF e Curitiba PR - Três Aspectos da Arte Mineira Atual
1983 - Belo Horizonte MG - Precariedade e Criação, no MAP
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - Belo Horizonte MG - 1º Salão de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado - grande prêmio
1984 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Galeria Espaço Alternativo da Funarte
1984 - São Paulo SP - Dez Artistas Mineiros, no MAC/USP
1985 - Berlim (Alemanha) - Trienale der Zeichnung
1985 - Rio de Janeiro RJ - Velha Mania: desenho brasileiro, na EAV/Parque Lage
1987 - Ribeirão Preto SP - 12º Salão de Arte de Ribeirão Preto - prêmio escultura
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - Paris (França) - Premiére Selection de L´Art Jeune Bresilien, na Maison de L´Amerique Latine
1987 - São Paulo SP - Trabalhando com o Suporte: pintura, recorte e objeto, na DocumentaGaleria de Arte
1988 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Macunaíma, na Funarte
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio aquisição
1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1991- São Paulo SP - 22º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1992 - Kassel (Alemanha) - Begegnung mit den Anderen, na Kassel Universitat
1992 - Nova York (Estados Unidos) - Contemporary Art from Brazil, na Ledisflan Gallery
1992 - Belo Horizonte MG - Ícones da Utopia , na Fundação Palácio das Artes
1993 - Rio de Janeiro RJ, São Paulo SP, Salvador BA, Belo Horizonte MG - 4 X Minas, no MAM/RJ, no Masp, no MAM/BA, no Palácio das Artes de Belo Horizonte
1993 - Santos SP - 4ª Bienal Nacional de Santos
1993 - Rio de Janeiro RJ - Arte Erótica, no MAM/RJ
1993 - Guadalajara (México) - Diálogo del Siete Puntos
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1993 - Brasília DF - Um Olhar sobre Joseph Beuys, no Fundação Athos Bulcão
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1995 - Johannesburgo (África do Sul) - Bienal de Johannesburgo
1995 - Lausannne (Suíça) - Mystères et Frontières, no Musée de Pully
1996 - Brasília DF - Arte e Espaço Urbano: quinze propostas, no Brasil. Ministério das Relações Exteriores. Itamaraty
1996 - Madri (Espanha) - Cinco Artistas Mineiros, na Casa de América
1996 - Londres (Inglaterra) - ELMS Lesters Painting Rooms
1996 - Rio de Janeiro RJ - Rio: mistérios e fronteiras, no MAM/RJ
1997 - Porto Alegre RS - 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
1997 - Belo Horizonte MG - Cinco Artistas Mineiros, no Espaço de Exposições Ponteio Lar Shopping
1997 - Berlim (Alemanha) - Die Anderen Modernen, na Haus der Kulturen der Welt
1997 - Ouro Preto MG - Experiências e Perspectivas: 12 visões contemporâneas, no Museu Casa dos Contos
1998 - Belo Horizonte MG - Emmanuel Nassar, Leda Catunda, Marcos Benjamim, na Kolams Galeria de Arte
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1998 - Goiânia GO - Os Anos 80, na Galeria de Arte Marina Potrich
1999 - Bogotá (Colômbia) - De Brasil: alquimias y processos, na Biblioteca Luis Angel Arango
1999 - São Paulo SP - Marcos Benjamim, Fernando Lucchesi, Marco Tulio Resende, na Marília Razuk Galeria de Arte
2000 - Belo Horizonte MG - Ars Brasilis, na Galeria de Arte do Minas Tênis Club
2000 - Belo Horizonte MG - Belo Horizonte-Leiria: um encontro de culturas, na Fundação Clóvis Salgado
2000 - Leiria (Portugal) - Belo Horizonte-Leiria: um encontro de culturas, na Galeria 57
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
2000 - Lisboa (Portugal) - Brasil + 500. Arte Contemporânea, na Fundação Calouste Gulbenkian
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasilidades, no Centro Cultural Light
2000 - Belo Horizonte MG - Bravas Gentes Brasileiras, na Fundação Palácio das Artes
2000 - São Paulo SP - Cá entre Nós, no Paço das Artes
2000 - São Paulo SP - Marcos Coelho Benjamim, José Bento e Fernando Lucchesi, no MuBE
2000 - Belo Horizonte MG - Presente de Reis, na Kolams Galeria de Arte
EVENTOS ITAÚ CULTURAL
1984 - Belo Horizonte MG - Cenário para a Crucificação do Branco, na Galeria Itaú Cultural
1991 - Belo Horizonte MG - BR/80. Pintura Brasil Década 80, Núcleo de Informática e Cultura de Belo Horizonte
1993 - São Paulo SP - Lançamento do vídeo Marcos Benjamim: Encontro com o Artista, de Rodolfo Magalhães, para a série idealizada e realizada pelo Itaú Cultural
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1997 - São Paulo SP - Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Avenida Paulista - realização Ministério da Cultura/Itaú Cultural
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural |
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