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Fonte: www.itaucultural.org.br
Claudio José Tozzi (São Paulo SP 1944) é mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Inicia-se artisticamente influenciado pela pop art americana, com influência de Roy Litchtenstein. Em 1967, seu painel Guevara Vivo ou Morto, exposto no Salão Nacional de Arte Contemporânea, é destruído a machadadas, posteriormente restaurado pelo artista. Em 1969, viaja a estudos para a Europa. A primeira individual ocorre em 1971, na Galeria Ars Mobile, em São Paulo. Em 1975, recebe o Prêmio Guarantã de Viagem ao Exterior, da Associação Brasileira dos Críticos de Arte. Autor de vários painéis em espaços públicos em São Paulo, como Zebra, na lateral de um prédio da Praça da República, 1972, o da Estação Sé do Metrô, em 1979, o da Estação Barra Funda do Metrô, em 1989, e para o edifício da Cultura Inglesa, em 1995; e, no Rio de Janeiro, o painel na Estação Maracanã do Metrô Rio, em 1998. Participa da Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP, São Paulo, 1967, 1968 e 1970; Bienal Internacional de São Paulo, 1967, 1968, 1977 e 1991; Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP, São Paulo, 1971 e 1983; Expo-Projeção 73, no Espaço Grife, São Paulo, 1973; Bienal de Veneza, com sala especial no Pavilhão Brasileiro, Veneza, Itália, 1976; Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, 1979, prêmio viagem ao exterior; Tradição e Ruptura: síntese da arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal, São Paulo, 1984; Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Lisboa, Portugal, 2000; Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal, São Paulo, 2000; Arte Hoje, na Arvani Arte, São Paulo, 2001.
NASCIMENTO
1944 - São Paulo SP - 7 de outubro
LOCAIS DE VIDA
São Paulo SP
FORMAÇÃO
1963 - São Paulo SP - Matricula-se na FAU/USP, onde conclui o mestrado
VIAGENS
1969/1970 - Europa - Viaja a estudos
ATIVIDADES EM ARTES VISUAIS
Pintor, gravador, artista gráfico
1972 - São Paulo SP - Realiza o painel Zebra, na lateral de um prédio da Praça da República
1979 - São Paulo SP - Executa painel na Estação Sé do Metrô
1989 - São Paulo SP - Executa painel na Estação Barra Funda do Metrô
1993 - São Paulo SP - Realiza o painel para o programa Metropólis da TV Cultura
1995 - São Paulo SP - Executa painel para o edifício da Cultura Inglesa
1998 - Rio de Janeiro RJ - Realiza painel na Estação Maracanã do Metrô Rio
ATIVIDADES OUTRAS
Arquiteto, professor
HOMENAGENS/TÍTULOS/PRÊMIOS
1975 - Brasil - Recebe o Prêmio Guarantã de viagem ao exterior da APCA
1981 - Brasil - Filme Claudio Tozzi, de Fernando Campos
1984 - Brasil - Documentário Claudio Tozzi, de Olívio Tavares de Araújo
ESCOLAS/MOVIMENTOS
Figurativo: Pop Art, Pattern, Figuração Construtiva
Construtivo: Nova Geometria
Conceitual: Arte Conceitual
GÊNEROS/TENDÊNCIAS
Paisagem, Composição Figurativa, Composição Abstrata Geométrica, Pintura Conceitual
MARCOS
1967 - Jovem Arte Contemporânea - JAC
1973 - Expo-Projeção 73
1983 - Arte na Rua
TEXTOS CRÍTICOS
"Nosso tempo - já se disse - é aquele do qual os deuses já partiram ou ao qual ainda não chegaram. Experiência de abandono e desamparo, a Modernidade se inicia com o advento do Sujeito racional soberano que conhece a natureza e suas leis, buscando por si e para si os princípios de suas certezas no mundo. Conhecer significou, a partir do século XVII, dominar tudo o que escapa às mãos do homem - a contingência na natureza, o acaso na história, a fortuna - temporalidade instável e adversa, no plano da ética e da política - atribuindo-lhes constância, regularidade e ordem pela geometrização do espaço. Emblema fundador desse universo são a esfera, a régua e o compasso. A ciência ‘contemplativa’ seguiu-se a ‘vita activa’, metaforizada pelos artefatos que sustentam a construção de um mundo certo em meios a temporalidade incerta. O homem fez-se seu engenheiro, senhor da Natureza e sua própria natureza, ele mesmo ‘um império dentro de um império’. Na antítese de um universo auto-confiante e regido pelo princípio da razão suficiente, encontra-se a geometria - personagem central das telas de Claudio Tozzi. Linhas ortogonais, degraus e escadas, torres e faróis estão, não obstante, desvestidos da função de orientar o homem, não lhe indicam a boa direção. Geometria, aqui, não é a do espaço e tempo, Céu e Terra, tudo vacila num limiar. Instante de hesitação, os quadros não nos sugerem habitá-los, um passo permanece em suspenso, indeciso quanto a seus resultados. Claudio reflete sobre o tempo, partindo das cidades. Se Alphaville de Godard, Blade Runner de Ridley Scoth, O Mundo desde o Fim de Paul Auster apresentam-nas tão pouco confortáveis é por não serem tocadas por qualquer passado. Claudio Tozzi, ao contrário, faz pensar no espaço aporético de Zenão de Eléia: Aquiles, a passos largos não ultrapassa a tartaruga, permanecendo imóvel: a flecha veloz, paralisada em cada instante de sua trajetória - é flecha que não voa. Espaço e tempo, no enigma da divisão do infinito, fixam o mundo no primeiro dia da criação. Os trabalhos de Claudio nos convidam a interrogar a condição do homem moderno, indicando sua migração metafísica, por degraus não-cartesianos. Obra inaugural da modernidade, o Discurso do Método. Com a metáfora da escada, Descartes constrói as primeiras regras para desenvolver o conhecimento: ‘começar sempre pelas coisas mais simples e fáceis de conhecer para, aos poucos, elevar-se, como que por degraus, ao conhecimento das mais complexas’. Sem recurso a regras tranquilizadoras, o universo criado por Claudio é mais um decurso que um curso; é um anti-método uma vez que, diversamente da linha reta da geometria cartesiana, os quadros não apontam um caminho mas antes deriva e desvios. Por isto, em certas telas, vemos as voltas de parafusos metamorfoseando-se em degraus, degraus em torres ou faróis, em total desequilíbrio. Anti-método transita para anti-heróis. Nos quadros, a multidão é tão homogênea quanto cinzenta, com rostos e vidas ‘insignificantes’. Existências anônimas, nos diz Foucault, elas ‘só se manifestam tropeçando com o poder, debatendo-se com ele, trocando palavras breves e estridentes’, antes de regressarem à noite (...). Infâmia de homens simples e obscuros que devem apenas a queixas, a relatórios policiais serem trazidos à luz por um instante’. (...)"
Olgária Matos
TOZZI, Claudio. Geometrias do tempo. Apresentação Olgária Matos. São Paulo: Galeria de Arte São Paulo, 1998. s. p.
"Escolhido o ícone, ou melhor, reduzido este a clichê (antes o Che, depois o parafuso, a zebra, o papagaio, o trópico, o arranha-céu, agora a escada), ele o agiganta e, em seguida, o congela. Estanca o movimento, destrói a narrativa, isola, junta, repete, torce, fragmenta, divide, soma, multiplica os ângulos, traz o primeiro plano, enfim, trata a imagem com a frieza de um industrial, de um designer, persegue uma espécie de arquitetura da imagem. Seu processo de criação é metódico e sistemático: primeiro o desenho no papel vegetal, partindo quase sempre de uma fotografia, depois um projeto, finalmente o quadro. (...) A esta materialidade da cor, a esta imagem congelada, corresponde, também, em Tozzi, os recortes que ele vem introduzindo no próprio suporte. (...) Privilegiando a imagem (sua opacidade) contra o imaginário (a transparência), Tozzi se mostra um rigoroso formalista, distanciando-se da pop (com seu relais sociológico), transitando pelo conceitual até alcançar as tendências construtivas (minimal, suporte-surface). (...)"
Frederico Morais
CLAUDIO Tozzi. Texto de Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria GB, 1985.
"Como a maioria dos artistas dos anos 60, as criações iniciais de Claudio Tozzi refletem aspectos político-sociais da época. Arte de combate e reflexão, arrancada aos cabeçalhos dos jornais e que se exprimia por histórias em quadrinhos e outros recursos da pop art. Num segundo momento, o contato com o real torna-se mais crítico, menos imediato. Surgem então pesquisas ópticas e séries como a dos parafusos, gravuras e móbiles onde Tozzi alia desenho e pintura aos objetos da era tecnológica. "
Pedro Manuel
ARTE no Brasil. Apresentação de Pietro Maria Bardi e Pedro Manuel. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
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| Exposições realizadas |
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1971 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ars Mobile
1975 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli
1977 - Recife PE - Individual, na Gatsby Arte
1977 - São Paulo SP - Individual, na Renato Magalhães Gouvêa - Escritório de Arte
1978 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na EAV/Parque Lage
1979 - São Paulo SP - Individual, na Renato Magalhães Gouvêa - Escritório de Arte
1980 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seraphico
1980 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço
1980 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha
1980 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli
1981 - Curitiba PR - Individual, na Momento Galeria Arte
1981 - Goiás GO - Individual, na Galeria Casa Grande
1981 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Salamandra
1981 - Ribeirão Preto SP - Individual, na Galeria Jardim Contemporâneo
1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Gravura Brasileira Galeria de Arte
1982 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Mandala
1982 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seraphico
1982 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Paulo Figueiredo
1982 - São Paulo SP - Individual, no Auditório Campos do Jordão
1983 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço
1983 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha
1983 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Paulo
1984 - Salvador BA - Individual, na Galeria de Arte Cavalete
1984 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1985 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço
1985 - São Bernardo do Campo SP - Individual, no Centro Cultural
1985 - São Paulo SP - Individual, na Mônica Filgueiras Galeria de Arte
1986 - Belém PA - Individual, na Galeria Elf
1986 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico
1986 - Cuiabá MT - Individual, na Galeria Artcom
1986 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, no Art Studio
1986 - São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montesanti Roesler
1987 - Campinas SP - Individual, na Galeria Croqui
1987 - Jundiaí SP - Individual, no Museu Histórico de Jundiaí
1987 - Recife PE - Individual, na Galeria Artespaço
1987 - Ribeirão Preto SP - Individual, no Jardim Contemporâneo
1988 - Brasília DF - Individual, na La Galleria
1988 - Salvador BA - Individual, na Prova do Artista Galeria de Arte
1988 - São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montesanti Roesler
1991 - Campinas SP - Individual, na Galeria Croqui
1993 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ
1993 - São Paulo SP - Individual, no Museu da Casa Brasileira
1995 - Campinas SP - Individual, na Galeria D do Centro Cultural de Campinas
1995 - Cuiabá MT - Individual, na Só Vi Arte Galeria
1996 - São Paulo SP - Uma Linha Claudio Tozzi, no Espaço Cultural do Clube Monte Líbano
1997 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Coletânea
1997 - São Paulo SP - Individual, na Hot Hat Design Estúdio E27
1997 - Uberlândia MG - Individual, na Galeria Nasser
1998 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Ibeu
1998 - São José dos Campos SP - Individual, no Centro Cultural de São José dos Campos
1998 - São Paulo SP - Geometrias do Tempo, na Galeria de Arte São Paulo
EXPOSICÕES COLETIVAS
1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna - prêmio de cartaz
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional de Brasília
1967 - Campinas SP - 3ª Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/Campinas - medalha de ouro
1967 - São Paulo SP - 16º Salão Paulista de Arte Moderna
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1967 - São Paulo SP - 1º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP
1968 - Buenos Aires (Argentina) - Representa o Brasil no Prêmio Latino-Americano Codex
1968 - Londres (Inglaterra) - Coletiva, na Lisson Gallery
1968 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Salão Esso de Artistas Jovens , no MAM/RJ
1968 - Rio de Janeiro RJ - Bandeiras na Praça
1968 - Rio de Janeiro RJ - O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, na Esdi
1968 - São Paulo SP - 17º Salão Paulista de Arte Moderna - medalha de prata
1968 - São Paulo SP - 2º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP
1969 - Campinas SP - 5ª Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/Campinas - prêmio aquisição
1969 - São Paulo SP - 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1969 - São Paulo SP - 3º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP
1969 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp
1970 - Campinas SP - 6º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/Campinas
1970 - São Paulo SP - 4º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP - prêmio aquisição
1971 - Barcelona (Espanha) - Bienal Internacional del Deporte
1971 - São Paulo SP - 5º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP
1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 - São Paulo SP - 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1973 - São Paulo SP - Expo-Projeção 73, no Espaço Grife
1973 - São Paulo SP - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1974 - Buenos Aires (Argentina) - Vanguardia Brasileña, no Centro de Arte y Comunicacion, Cayc
1974 - Londres (Inglaterra) - Arte de Sistemas na América Latina, no Institute of Contemporary Art
1974 - São Paulo SP - Prospectiva 74, no MAC/USP
1975 - Rio de Janeiro RJ - A Comunicação segundo os Artistas Plásticos
1975 - Spoleto (Itália) - Festivale dei Due Mondi
1975 - Toronto (Canadá) - 9º In Form All Art
1976 - São Paulo SP - Arte Agora, no MAM/SP
1976 - São Paulo SP - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1976 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Paço das Artes
1976 - Veneza (Itália) - 38ª Bienal de Veneza - sala especial no Pavilhão Brasileiro
1977 - Barcelona (Espanha) - América Latina 76, na Fundación Joan Miró
1977 - São Paulo SP - 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1977 - São Paulo SP - 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1978 - Buenos Aires (Argentina) e São Paulo SP - 15 Artistas Jovens do Brasil, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires e no MAB/Faap
1978 - São Paulo SP - A Arte e seus Processos: o papel como suporte, na Pesp
1978 - São Paulo SP - 16ª Exposição de Pintura: Arte e Pensamento Ecológico, na Cetesb
1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap
1979 - Buenos Aires (Argentina) - Trienal Latino Americana del Grabado
1979 - Curitiba PR - 2ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade de Curitiba
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio viagem ao exterior
1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1979 - São Paulo SP - Volta à Figura: década de 60, no Museu Lasar Segall
1980 - Paris (França) - 11ª Bienal de Paris
1980 - São Paulo SP - Pintores Paisagistas, na Galeria de Arte André
1980 - São Paulo SP - 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1980 - Rio de Janeiro RJ, Brasília DF, São Paulo SP, Belo Horizonte MG, Curitiba PR e Porto Alegre RS - Destaque Hilton de Pintura, no MAM/RJ, na Fundação Cultural do Distrito Federal, no MAM/SP, no Palácio das Artes, no Teatro Guaíra e no Margs
1981 - Guarujá SP - 4 Pintores, no Hotel Jequitimar
1981 - Medellín (Colômbia) - 4ª Bienal de Medellín, no Museo de Antioquia
1982 - Nova York (Estados Unidos) - Mostra, na Kouros Gallery
1982 - Rio de Janeiro RJ - Futebol: interpretações, na Galeria de Arte Banerj
1982 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Futebol, no MAM/RJ e na Acervo Galeria de Arte
1982 - São Paulo SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - São Paulo SP - Arte na Rua 1, com outdoor na Avenida Sumaré
1983 - São Paulo SP - Avenida Paulista, na Galeria Sesc Paulista
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1983 - São Paulo SP - Projeto Releitura, na Pesp
1984 - Gelsenkirchen (Alemanha) - Coletiva, no Museum Gelsenkirchen
1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
1984 - Rio de Janeiro RJ - Viva a Pintura, na Petite Galerie
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese da arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Brasília DF - Brasilidade e Independência, no Teatro Nacional de Brasília - Fundação Cultural de Brasília
1985 - Penápolis SP - 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação das Artes de Penápolis
1985 - São Paulo SP - 7º Pintores da Arte Contemporânea Brasileira, na Galeria de Arte Portal
1985 - São Paulo SP - Arte e Tecnologia, no MAC/USP
1985 - São Paulo SP - Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no MAB/ Faap
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP
1985 - Rio de Janeiro RJ, São Paulo SP, Atami, Kyoto e Tóquio (Japão) - 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas e no Museu Central de Tóquio
1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana
1986 - Rio de Janeiro RJ - Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial
1986 - São Paulo SP - A URBS na Visão de Oito Artistas, na Galeria Montesanti Roesler
1986 - São Paulo SP - Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler
1987 - Belo Horizonte MG - Ivald Granato, Rubens Gerchman, Claudio Tozzi, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj
1987 - Rio de Janeiro RJ, São Paulo SP e Paris (França) - São Paulo - Rio - Paris, nas Galerias Montesanti Roesler e na Galerie 1900-2000
1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc
1987 - São Paulo SP - Trabalhando com o Suporte: pintura, recorte e objeto, na Documenta Galeria de Arte
1988 - São Paulo SP - 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan
1988 - São Paulo SP - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia
1989 - Copenhague (Dinamarca) - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg
1989 - Dinamarca - Modern Brasiliansk Billedkunst
1989 - São Paulo SP - Acervo, na Galeria de Arte São Paulo
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990 - Brasília DF - Pantanal: sete visões, na Visual Galeria de Arte
1990 - Curitiba PR - 1º Bienal Brasileira de Design
1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Processos Fotomecânicos na Gravura de Arte, no Museu da Gravura
1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP
1992 - Campinas SP - Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/ Campinas
1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ
1992 - São Paulo SP - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand - MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi
1992 - São Paulo SP - 43º Salão de Abril, na Casa das Rosas
1994 - Poços de Caldas MG - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1994 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Mostra de Artes Plásticas: espaço, no Centro Cultural dos Correios
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Passaporte para o ano 2000, na Estação Júlio Prestes
1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ
1995 - São Paulo SP - O Desenho em São Paulo: 1956-1995, na Galeria Nara Roesler
1995 - São Paulo SP - Projeto Contato, na Galeria Sesc Paulista
1995 - São Paulo SP - 1º United Artists, na Casa das Rosas
1995 - São Paulo SP - Visual Road, na Galeria Magalhães Gouvêa
1996 - Palmas TO - Mostra de Inauguração, no Espaço Cultural de Palmas
1996 - Porto Alegre RS - 1º Sesc Escultura: exposição internacional de esculturas ao ar livre, no Sesc Campestre
1996 - Rio de Janeiro RJ - 1º Brahma Reciclarte, no Jardim Botânico
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas
1996 - São Paulo SP - 1ª Off Bienal, no MuBE
1997 - Brasília DF, Porto Alegre RS, São Paulo SP - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa - Galeria
1997 - São Paulo SP - Visões do Múltiplo Contemporâneo, na Galeria Múltipla
1998 - Curitiba PR e Rio de Janeiro RJ - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
1998 - Rio de Janeiro RJ - Trinta Anos de 68, no CCBB
1998 - São Paulo SP - Década de Setenta, na Galeria São Paulo
1998 - São Paulo SP - Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP
1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
2001 - São Paulo SP - Arte Hoje, na Arvani Arte
EVENTOS ITAÚ CULTURAL
1993 - São Paulo SP - Realização do vídeo Claudio Tozzi - Encontro com o Artista, pelo Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural
2000 - Brasília DF e Belo Horizonte MG - Investigações. A Gravura Brasileira. São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural
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